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SESSÃO DO PARLAMENTO ARRANCA COM A REPROGRAMAÇÃO E FLEXIBILIZAÇÃO DA AGENDA

Iniciou esta quarta-feira a sessão ordinária do parlamento sob a liderança da nova Presidente  da Assembleia da República,  Esperança Bias e a prevenção do COVID 19, a insegurança no centro e norte do país dominaram os discursos de abertura dos lideres das bancadas partidárias.

Esperança Bias afirmou na abertura da sessão ordinária do parlamento que iniciou esta quarta-feira em Maputo, que a COVID provocou perdas de receitas e das perspectivas económicas, facto que requer o maior empenho de todos moçambicanos,

Os trabalhos iniciaram com debates das propostas para a reprogramação e flexibilização da agenda inicial de 20 pontos. Note-se que a agenda previa que o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, fosse ouvido esta Quarta-feira, 25 de Março, em sede da Comissão do Plano e Orçamento (CPO) da Assembleia da República sobre questões relacionadas ao impacto financeiro das propostas contidas no Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2020/2024, em análise pelos grupos especializados.

Reunida desde semana passada, a Comissão do Plano e Orçamento apreciou o mérito do PQG e na última Segunda-feira, as demais comissões de trabalho da Assembleia da República também apreciaram a proposta do Programa Quinquenal do Governo.

Recorde-se que o Governo submeteu a 6 de Março corrente à apreciação do Parlamento, a proposta do Programa Quinquenal documento que contem as principais áreas de actuação para a melhoria da qualidade de vida dos moçambicanos.

O Programa Quinquenal do Governo é um documento orientador que irá ditar a apreciação e aprovação do Plano Económico e Social e o Orçamento do Estado para este ano.

A proposta do PQG define como objectivo central a adopção duma economia mais diversificada e competitiva, potenciando os sectores produtivos para elevar a geração de renda e criação de mais oportunidades de emprego, sobretudo, para jovens.

 

Sobre Hopem

A Rede Homens pela Mudança (HOPEM) é uma entidade sem fins lucrativos, composta por 25

organizações e activistas da sociedade civil moçambicana, que trabalham para a afirmação dos direitos

humanos de homens, mulheres e crianças moçambicanas.

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